Como data na escola sem um carro

Jornal do Carro ; Paladar ... de vista sobre o fato narrado ou a formação do aluno como um sujeito histórico e ativo na sociedade. ... na escola como valorização e conhecimento sobre essas ... O Dia Mundial sem Carro, comemorado no dia 22 de setembro, tem como objetivo conscientizar as pessoas sobre o uso responsável dos carros.Diversas ações são colocadas em prática nessa data a ... Como saber se a auto escola tem bons níveis de aprovação? Escolher uma boa auto escola significa tirar a CNH mais rápido, sem dores de cabeça e gastando menos dinheiro. Uma informação muito importante que você deve observar é o índice de aprovação da auto escola. No dia 22 de setembro, comemora-se o Dia Mundial sem Carro, uma data voltada para conscientização sobre os problemas causados pelo uso constante de veículos automotivos pela população.Essa data foi instituída em 2000 em outras partes do mundo como World Carfree Day e começou a ser comemorada no Brasil a partir de 2001. Agora, depois deste artigo, acredito que teremos menos problemas com pessoas que não estacionam muito bem, mesmo sem ter total culpa, pois estas coisas não são ensinadas, como devem, na auto escola, por exemplo…. O interessante é, mesmo com essas dicas de como estacionar, treinar bastante e a partir daí se tornar um profissional! Curso teórico na auto-escola será opcional; Curso prático em auto-escola não será obrigatório; A pessoa poderá aprender a dirigir junto à uma pessoa habilitada com CNH definitiva em locais e horários seguros. O condutor poderá aprender em seu próprio carro ou de terceiro, não sendo mais obrigado pagar pela CFC Como tal, ambos devem fazer-se acompanhar pelo Cartão de Cidadão ou pelo Bilhete de Identidade e Cartão de Contribuinte. 2. Documento Único Automóvel (DUA) O DUA é como um documento de identificação do carro, sendo único para cada veículo. Assim, ao comprar um carro, o vendedor deverá entregar-lhe esta cédula. 2 de junho de 2019 Data modificada: 2 de junho de 2019. 134. Facebook. Twitter. Pinterest. WhatsApp. ... o rapper DaBaby se viu indefeso diante de um ataque sem sentido à sua aparência. Um bom número de fãs de hip-hop tem a opinião de que a cabeça de DaBaby tem a forma de um Chrysler PT Cruiser. ... Como era a vida na escola de alguns ... Dia 22 de setembro é comemorado ao redor do mundo o Dia Mundial Sem Carro (World Car Free Day).A intenção desta data é fazer com que as pessoas reflitam sobre os problemas causados pelos automóveis e diminuir seu uso. Formas de transportes alternativas que não prejudicam o meio ambiente, como a bicicleta, são incentivadas neste evento. Além disso, nem sempre o instrutor dá a atenção necessária a um determinado aspecto, que, sem dúvida, será cobrado na prova. O aluno não pratica e a consequência disso é falhar. As faltas cometidas são o grande problema do aluno, pois esquecer de realizar alguns passos, aparentemente, básicos, pode resultar na eliminação do exame.

parece fanfic mas eu juro que aconteceu

2020.08.30 02:32 querocafune parece fanfic mas eu juro que aconteceu

vou contar o filme que minha vida virou...
Pro contexto: eu acabei de voltar de um intercâmbio de 8meses em Wellington, na Nova Zelândia
Então, conheci esse menino na minha escola, numa aula feita pra que pessoas do mesmo ano escolar se relacionem, era uma aula de meia hora que acontecia duas vezes por semana, então não tínhamos muito contato, mas sempre sentava com ele e os amigos dele nesse tempo. Como eu era estudante internacional, não tinha muitas amizades além dos brasileiros que estavam na mesma situação que eu, então eu achava um máximo ter esse grupinho pra conversar. Enfim, entramos em lockdown em março, e as aulas online começaram, e essa aula parou de acontecer. Eu tentava fazer amizade com pessoas de outras aulas por mensagem, mas ninguém continuava a conversa... até que depois de algumas semanas eu e esse menino, começamos a conversar pelo instagram, conversávamos a cada 2 dias, mais ou menos, sobre coisas bem aleatórias, mas era alguém com quem conversar. E eu sempre fui muito devagar pra relacionamentos românticos né, mas resolvi investir nele e ver no que dava. Eu tentava flertar, mas além da falta de experiência tinha o fator idioma, flertar em inglês é uma coisa assim... complicada kkkk
Passamos 2 meses de quarentena e as coisas começaram a reabrir, obrigado Nova Zelândia!! E acabei chamando ele pra sairmos quando pudéssemos. Fomos tomar um café, e como sou do Brasil tive que honrar o estereótipo e chegar 1hora depois do combinado, me culpei muito por isso, mas no final das contas passamos um tempo bem legal juntos, mas não rolou nada. Mais ou menos uma semana depois sugeri que saíssemos de novo, e acabamos indo pro “cable car”, basicamente um carrinho que sobe um morro, mas que é um dos lugares turísticos da cidade, junto com o jardim botânico que fica no topo desse morro. Eu, na inocência, me arrumei pra encontrar ele, quando chego lá ele tinha levado uma garrafinha de água, preparado pra dar uma caminhada kkkk andamos igual notícia ruim, e eu sempre fingindo costume e não mostrando que eu estava a beira do desmaio... Obviamente, não conseguimos conversar muito, mas cada experiência é uma experiência. No final, quando já não tinha mais subidas ou descidas de morro tentei jogar um charme, um elogio, mas ele não captou minhas mensagens, um tempo depois ele disse que tinha dever de casa e foi embora na vespa dele kkkkk
Continuei persistente, porque apesar de tudo eu gostava das nossas conversas e de passar tempo com ele, e mesmo que não desse certo, seria uma amizade de um outro país, eu não tinha o que perder.
Foi aí que fomos nesse museu, “te papa”, que tem exposições interativas e é super interessante, mas eu já tinha ido lá no mínimo umas 3 vezes, então eu estava com bastante foco no objetivo kkkkk eu nunca encontrava a hora certa pra dar o primeiro passo, e ficou nisso durante o dia inteiro. Até que quando estávamos indo embora, dessa vez ele não estava dirigindo a motinha dele então pegamos o mesmo ônibus pra casa, o ponto dele era antes do meu e quando ele desceu eu não aguentei, e senti que deveria fazer alguma coisa. É aí que a produção entra em cena, eu levantei e pedi pro motorista parar o ônibus, falei que eu tinha que fazer uma coisa rapidinha e eu já voltava, aí eu desci do ônibus e corri atrás dele, ele achou que estava sendo assaltado, mas eu fui e falei pra ele que eu senti que perdi muitas oportunidades de fazer isso durante o dia mas que eu tinha que fazer isso, aí perguntei se eu podia beijar ele, ele disse que sim!!! Voltei pro ônibus e a cara do motorista foi muito boa, ele viu tudo pelo retrovisor kkkkk DETALHE, tava chovendo.
Depois conversamos por mensagem, e eu falei que não sei de onde eu tinha arranjado coragem pra fazer aquilo, mas que eu estava muito fez de ter feito.
Na segunda-feira, combinamos de encontrar depois da aula, acabamos indo pra casa dele e conheci a mãe dele kkkk fiquei meio sem reação, não sabia o que fazer, foi super bizarro, mas de novo, cada experiência é uma experiência né? A mãe dele saiu e ele tentou me beijar, mas eu travei tanto que não consegui, ele coitado ficou super confuso, e eu comecei a tagarelar sobre timidez, insegurança, umas coisas nada a ver, tentando me justificar... Ele só ficou mais confuso, resolvemos então dar uma volta e fomos comprar pão, fomos num parquinho e comemos lá... Conversarmos e tava tudo muito bom, mesmo eu tendo tornado tudo muito constrangedor. Cada um foi pra casa e ficou aquele clima estranho, mesmo ambos querendo a mesma coisa.
Mais tarde mandei mensagem pra ele falando sobre minha mania de auto-sabotagem, e que tudo tava sendo tão bom que alguma coisa em mim me dizia que tava errado, então eu estraguei tudo. Ele não entendeu direito, então só falei pra que a gente ignorasse tudo o que eu falei e continuar do jeito que tava antes kkkkk
Dia vai, dia vem e esse amigo dele deu uma festa, um dia antes de uma viagem que eu iria fazer, mas eu fui mesmo assim. Fui com uma galera da minha outra aula, e já tava me sentindo mais confortável, até que eu chego na festa... Uma coisa bem maluca kkkk tinha uma fogueira com sofás em volta, uma garagem com colchões e bebidas, uma caixa de som, e gente usando vape. Até aí tudo bem, encontrei ele e as coisas tavam indo na paz, tirando a parte em que tive que ensinar ele como eu beijava de língua, que foi um pouco constrangedor mas que no final deu tudo certo, a gente se encaixou e ficamos agarradinhos perto da fogueira, porque tava muito frio! Até que um doido resolve tirar o próprio sapato, colocar vodca pura dentro e beber... pois é, como reagir? Ok, algumas horas se passam e esse menino do sapato, surpreendentemente, começa a passar muito mal, então deitam ele em um dos colchões e eu falando pra darem água pra ele... Não sei o que rolou, voltei pra perto da fogueira, não ia dar uma de baba pra alguém que eu nem conheço. Até que um carro entra onde a gente tava, eram os pais do menino do sapato, tiveram que buscar ele porque ele só tava piorando...
Por causa da confusão dos pais, uma das vizinhas chegou lá pra ver o que tava acontecendo, então o menino que eu tava beijando, já um pouco alterado levanta e fala que a gente tem que sair dali pra que não me deportassem kkkk eu fui com ele, entramos num lugar muito escuro e eu comecei a ficar com medo, porque por mais que eu goste dele eu não queria morrer. Fomos parar numa estação de trem e ficamos rondando por lá por um tempo, sem saber o que tava acontecendo na festa, mais tarde a gente voltou pra lá e tinham guardado tudo, os sofás, a música, apagado a fogueira, e estavam falando que tinha baixado polícia lá... Não vi nada. Tava todo mundo indo embora, e achei melhor eu também ir, mas minha carona tinha vazado, fiquei sem saber o que fazer, então tive que ligar pra minha hostmom pra ela vir me buscar, achei que ia levar esporro, mas ela achou até bom eu ter feito isso kkkk
No dia seguinte eu fui pra minha viagem, e foi muito boa, conheci gente nova e fiz coisas que nem acreditava que faria, inclusive pular de avião e de bungee jump! - mas agora, a história é sobre meu romance clichê
Quando eu voltei marcamos de encontrar várias vezes, e tudo tava sendo lindo e cor de rosa... conheci a família dele, até a vó kkk e ele a minha hostfamily. Eu tava nas nuvens.
Porém, com toda essa complicação do covid, minha data de volta tava sempre mudando. Até que confirmaram meu voo pro dia 29 de agosto, ok, me planejei organizei o que eu iria fazer. Só que uma semana antes me ligam avisando que mudaram a data mais uma vez, só que dessa vez pra 4 dias mais cedo! Eu entrei em pânico, por mais que 4 dias parece pouco, mas é muita coisa... Tive que remanejar tudo, remarcar as despedidas e tudo mais. eu tava muito emocional, chorava por tudo.
Até que um dia nessa última semana, eu tinha acabado de jantar e estava brincando com as crianças da minha casa, ele me liga e pede pra que eu fosse lá fora, fiquei super confusa, mas eu fui. DETALHE, tava chovendo também... Eu perguntei o que ele tava fazendo ali e ele disse que tava fazendo uma corrida noturna e que eu não poderia ir embora sem que ele falasse isso, foi aí que ele disse que me ama... Eu fiquei em choque, não tava caindo a ficha de que isso tava acontecendo, eu perguntei se ele queria entrar, tomar uma xícara de chá, sei lá... Ele me disse pra pensar sobre isso e que tinha que ir embora, então ele saiu correndo. Eu voltei pra dentro e não conseguir pegar no sono. depois, mandei mensagem pra ele falando que eu não esperava por isso e perguntei se ele tinha certeza do que ele tinha falado, conversamos bastante mas eu ainda não conseguia engolir, mesmo com ele sendo incrivelmente perfeito em tudo que ele falou pra mim. Na manhã seguinte tive minha sessão de terapia semanal, ouvi umas poucas e boas de como eu negava o amor dos outros, de como eu achava que por eu não me amar ninguém seria capaz de fazer isso... E cada palavra valeu a pena, quando acabou disse pra ele que queria ver ele, e de noite fomos pra cidade, e com toda certeza foi uma das melhores escolhas da minha vida. Jantamos pizza e caminhamos por todo lugar, e quando tava chegando a hora dele ir embora não deu, e comecei a chorar, me abri pra ele e disse que também amava ele, e ficou assim, os dois boiolas chorando num ponto de ônibus, olhando um pra cara do outro. Mas por mais triste que eu tava, me senti muito bem de estar vivendo aquilo. Levantamos e continuamos a andar pela cidade, dando sempre uns intervalos pruns beijinhos...
Então ele teve que ir embora, e quando ele deu partida na motinha dele eu gritei pra todo mundo ouvir que eu amo ele! Comecei a chorar de novo, muito muito mesmo, não só por ele, mas por tudo que eu vivenciei naquele país, vida, morte, conexão, solidão, despedida, saudade, amizade, amor, tudo que faz a vida valer a pena e como muitas vezes já pensei que nada disso valia a pena. Esses 8 meses me ensinaram o que é estar vivo, e sou muito grata por ter aprendido isso!! nessa minha profunda reflexão, meu ônibus chegou, e era um ônibus de dois andares, eu que não vou boba nem nada fui pra frente da parte de cima, chorar ainda mais e fazer esse filme ainda mais clichê...
Até que enfim, chega meu dia de voltar pro Brasil, ele foi no aeroporto se despedir, e eu não passei um segundo sequer sem chorar, desde Wellington até BH, quase 3 dias de viagem e de muitas lágrimas...
A gente tem conversado todos os dias desde que cheguei, e sinto muita falta dele, mas ainda fico com receio de expressar tudo isso e ficar ainda mais triste com a situação, não sei como começar a conversa sobre o que vai acontecer entre a gente, se estamos em um relacionamento a distância ou continuarmos nos amando só que em forma de amizade, se ele toparia um relacionamento aberto, ou sobre o que ele planeja pra nós... Tenho medo de conversar com ele sobre tudo isso e estragar o que a gente tá tendo agora, porque por mais que exista a distância ainda sei que ele está lá pra mim do mesmo jeito que estou aqui pra ele...
E é isso, só queria abrir minha história a debate mesmo. Valeu aí...
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2020.06.07 17:13 weerdy Fui babaca de não ir no casamento do meu ex-melhor amigo?

(O texto é longo mas ta separadinho em parágrafos)
Desde os 13 anos, - tenho 24 agora - eu tinha um amigo que estava comigo todo dia, o tempo todo. Ele e Eu chegava da escola e ia direto pra casa dele. Era tão comum que a família dele me considerava como alguém da casa já.
Eu dormia lá frequentemente e se eu chegasse em um momento que ele ainda tava dormindo eu entrava direto e ficava jogando video game. Todo dia a gente fazia coisas juntos como andar de bicicleta, passear na mata, nadar, jogar, pescar e às vezes acampamos.
Isso aconteceu por anos. A própria irmã dele chegou a me falar uma vez que eu era muito mais próximo dele que os irmãos dele. Nós tínhamos muita intimidade e conversamos sobre tudo. Ele passou a trabalhar no negócio da minha família junto comigo então passamos mais tempo ainda juntos. Depois quando eu tinha 18 anos eu morei com ele um tempo.
Era uma pessoa completamente presente na minha vida o tempo todo, por muito tempo. Até que nesse tempo em que eu morava com ele eu tive uma crise de depressão muito profunda.
Não vou entrar em detalhes pra não deixar um clima ruim. Mas era bem sério. Mesmo ele não sendo um cara de demonstrar sentimentos e essa coisas, eu esperava que fosse ter ajuda dele. Ser procurado, receber um pouco de atenção.Só que nesse tempo ele conheceu uma garota e começou a sair com ela. E daí pra frente, ele simplesmente sumiu. Eu morava na mesma casa que ele e não via ele. Alguém que era presente na minha vida o tempo todo de repente se tornou alguém que raramente eu tinha algum contato além de “Eae”, “Valeu”.
Eles namoraram e eu continuei ferrado e sem ver meu amigo. Isso durante meses. Depois disso eu me mudei. Se já não via ele mais estando lá, quando mais não estando. Se passou mais um tempo - menos de um ano - e eles iam se casar. Ele tava precisando de dinheiro por que tava gastando construindo uma casa pra eles. Ele veio me perguntar se eu queria comprar o carro dele e me ofereceu por um valor muito baixo. Eu disse que se comprasse ia revender mais caro e que preferia ajudar ele a vender por um preço melhor. Arrumei um comprador pro carro dele pelo dobro do preço que ele tinha me oferecido. Chamei ele pra fazer alguns bicos numa reforma que eu estava fazendo na casa que era dos meus avós. Isso pra ajudar ele a arrumar grana pro casamento dele.
Quando eles marcaram a data e estavam acertando as coisas eu estava esperando ser chamado para ser padrinho. Afinal era uma coisa muito óbvia entre a gente. Durante esses anos em qualquer conversa que a gente tinha sobre isso, ou que nossa família falava sobre isso era sempre um sendo padrinho do outro. E simplesmente nada. Ele não me chamou pra ser padrinho. E nem sequer mencionou comigo. Eu fiquei sabendo pela minha mãe que a sogra dele velha do cacete que tava escolhendo os padrinhos. E os que foram escolhidos nem pessoas próximas dele eram. Eu fiquei muito chateado com isso. Eu recebi um convite normal do casamento pela minha família e nem um “foi mal, não deu pra chamar” nem nada. No dia do casamento ele me mandou um “Ei, o casamento é hoje. Não esquece hein.” no whatsapp. Eu respondi com “Eu sei que é hoje. Pode deixar que eu não vou esquecer.”
(Não tenho mais como printar pois não uso o mesmo numero de whatsapp da época. Pode tirar esse nariz do microfone) Eu não esqueci. E nem fui no casamento. Cortei contato com ele e raramente o vejo hoje em dia. Mas agora tempos depois, eu tenho dúvidas se eu estava certo ou se eu me deixei levar por inveja.
Atualmente eu sou Bi (mas não oficialmente se é que vc me entende) e eu percebo que eu tinha um crush nele. Ele era super bonitinho, fazia totalmente meu tipo, tava comigo o tempo todo e eu tinha muita admiração por ele.E vamos considerar né que relembrando eu penso também em todas as vezes que a gente tava só de cueca de boas, dormia juntos às vezes na mesma cama ou em barraca de camping - afinal éramos dois rapazes então não tinha maldade nenhuma ( ͡° ͜ʖ ͡°) - e o corpo dele que eu sempre ficava olhando quando a gente nadava né (hihihi)
Então será que eu tava certo em não ir no casamento, ou eu fui babaca por sentir inveja da relação dele com a noiva (atual esposa) dele?
(Lubinha, se quiser ver fotos da gente na época me manda PV. Se quiser um namorado também)
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2020.05.15 20:11 mechanical_fan Vamos discutir o caso da Suécia /r/brasil.

Então, faz um tempo que eu vejo posts aparecendo no reddit em geral discutindo sobre o que acontece na Suécia e qual o objetivo do governo (sem praticamente nenhum tipo de base), então decidi fazer um post pra tentar esclarecer algumas coisas. Vou colocar fontes em sueco (e uma em norueguês), mas o translator faz um trabalho quase perfeito de tradução sueco-inglês (e provavelmente português) se alguém quiser ler.
Primeiramente, o governo sueco basicamente não decidiu nada diretamente. Ele simplesmente conversou entre os partidos no parlamento e eles decidiram que vão seguir o que o ‘epidemiologista chefe’ Anders Tegnell (que tem o cargo desde 2013 e trabalha na parte pública com doenças comunicáveis desde 2005) e a “Agência de Saúde Pública” (Folkhälsomyndigheten) falarem. A decisão é o mais técnico que pode ser, sem interferência nenhuma de politicagem ou economia. É literalmente proibido na constituição o governo interferir nas decisões dessas agências técnicas:
The Swedish constitution prohibits ministerial rule and mandates that the relevant government body, in this case an expert agency – the Public Health Agency – must initiate all actions to prevent the virus in accordance with Swedish law, rendering state epidemiologist Anders Tegnell a central figure in the crisis. The government usually follows agency advice – politicians overruling the advice from its agencies is extremely unusual in Sweden –
Agora vamos discutir algumas peculiaridades nórdicas que (provavelmente) influenciaram as decisões (e modelos epidemiológicos) do Anders Tegnell:
Número de pessoas por residência: A Suécia tem, literalmente, o menor número de pessoas dividindo uma moradia no mundo. É também país onde as pessoas saem mais cedo da casas dos pais no mundo . Em anedota: eu não conheço ninguém com mais de 19 que more com os pais. Conheço uma moça que divide um apartamento com o irmão, e as pessoas já acham isso esquisito.
Sweden has the smallest average household size in the OECD. With fewer than 2 people (1.99) per household, it is well below the OECD average of 2.63.
(https://www.oecd.org/els/family/47710686.pdf)
Densidade populacional e tamanho de regiões metropolitanas: A Suécia é em grande parte vazia. A densidade populacional é praticamente a mesma do Brasil, mas com uma grande diferença: A população é bem mais distribuída em cidades de tamanho pequeno e médio que super concentrada em metrópoles. As maiores regiões metropolitanas têm 2.2m, 1m e 700k habitantes (Estocolmo, Gotemburgo e Malmö). Depois disso nenhuma passa de 500k (a maior é Motala-Linköping-Norrköping, com 450k) (https://sv.wikipedia.org/wiki/Sveriges_l%C3%A4n). As cidades em si também são pouco densas, prédios com mais de 6 andares são (muito) raros.
Pra ver um mapa de densidade populacional da Europa: https://i.redd.it/l83xfr216wv41.png
Hábitos da população e confiança no governo: Esse é um caso mais complicado de achar fontes já que é cultural, mas é uma população que já naturalmente não gosta de proximidade física a outras pessoas Essa é uma cena comum, mesmo sob forte chuva ou nevasca. Além disso a população tem alta confiança no governo e em seguir simplesmente recomendações desse sem necessidade de leis específicas para isso.
Sistema de registros e número de identidade: Isso é uma peculiaridade da Suécia. Mas eles tem o sistema de registros (registers) que é provavelmente o mais completo do mundo. Na verdade, é bem comum o governo sueco ser acusado e não dar privacidade nenhuma a população devido à quantidade de informação que eles constantemente coletam, tudo ligado ao seu número de identidade. Em anedota: Eu fiquei doente uns meses atras e fui no médico que me recomendou antibióticos, mas não me deu receita (em papel físico). Eu fui na farmácia, dei o meu cartão de identidade e o farmacêutico já sabia o que tinha acontecido comigo ao consultar no computador. A conta da consulta chegou por correio. O governo sueco coletou: quando eu fiquei doente, com o que, quem me atendeu e qual antibiótico (até a marca) eu comprei. O endereço ele já sabia. Na verdade, é bem comum em compra online você colocar seu número de identidade e o site auto completar seu nome, data de nascimento, endereço, telefone e email.
Número de mortos: A contagem é diferente de todos os países no mundo, mas é provavelmente a mais precisa e realista. Eles simplesmente cruzam as informações na base de registros deles e contam como morte por covid qualquer um que morreu até 14 dias depois de qualquer diagnóstico de covid. É bem comum nos outros países dependerem de hospitais/médicos reportarem diariamente e individualmente mortes por covid, alguns nem estão/estavam contando mortes em casas de retiro (UK, Italia, Espanha e Holanda). Na Noruega mesmo ainda é feito por telefone e eles mesmo comentam que os números seriam diferentes se fizessem contagem como a Suécia. Isso evita algumas dúvidas, por exemplo: se alguém tem alguma comorbidade como câncer e covid, a morte foi causada por qual? Alguns médicos podem colocar câncer, mas pro governo sueco é contado como covid, sempre. Se você morrer em um acidente de carro atropelando um alce 12 dias depois, também é morte por covid (é um problema real, a Volvo inclusive testa para isso).
Objetivo: Vamos acabar com algumas lendas urbanas aqui. Não é objetivo do governo sueco alcançar imunidade de rebanho. Também não é objetivo “preservar a economia”. O principal objetivo da “Agência de Saúde Pública” é simplesmente evitar que o sistema de saúde não seja sobrecarregado e ter uma política sustentável a longo prazo. Na verdade o Tegnell é bem pessimista sobre essas coisas:
Anders Tegnell, Sweden’s state epidemiologist who devised the no-lockdown approach, estimated that 40 per cent of people in the capital, Stockholm, would be immune to Covid-19 by the end of May, giving the country an advantage against a virus that “we’re going to have to live with for a very long time”.
“In the autumn there will be a second wave. Sweden will have a high level of immunity and the number of cases will probably be quite low,” Mr Tegnell told the Financial Times. “But Finland will have a very low level of immunity. Will Finland have to go into a complete lockdown again?”
“I don’t think we or any country in the world will reach herd immunity in the sense that the disease goes away because I don’t think this is a disease that goes away,” he added.
“It’s a big mistake to sit down and say ‘we should just wait for a vaccine’. It will take much longer than we think. And in the end, we don’t know how good a vaccine it will be. It’s another reason to have a sustainable policy in place.”
https://www.ft.com/content/a2b4c18c-a5e8-4edc-8047-ade4a82a548d
Ações do governo: Basicamente, fechou escolas de ensino médio, universidade, proibiu visitas em casas de retiro, agregações acima de 50 pessoas e o mais importante: Colocou uma série de recomendações de comportamento e informou toda a população (isso pode ser visto em (https://www.folkhalsomyndigheten.se/smittskydd-beredskap/utbrott/aktuella-utbrott/covid-19/). Decidiram não fechar escolas para não sobrecarregar quem trabalha no sistema de saúde e não arriscar que as pessoas peçam ajuda a familiares mais velhos:
According to the Health Agency, the main reasons for not closing schools was that as a preventive measure it lacked support by research or scientific literature, and because of its negative effects on society. They argued that many parents, including healthcare professionals, would have no choice but to stay home from work to care for their children if schools were closed. There was also concern for a situation where elderly people babysit their grandchildren, as they are of bigger risk of severe symptoms in case of infection. According to agency's estimations, closures of elementary schools and preschool could result in an absence of up to 43,000 healthcare professionals, including doctors, nurses and nurse's assistants, equalling 10 percent of the total workforce in the sector. In May, Tegnell said that the decision was right, as the healthcare system would not have managed the situation the past months if Swedish authorities had chosen to close elementary schools.
https://en.wikipedia.org/wiki/COVID-19_pandemic_in_Sweden#Strategy
Redução em horas. O governo sueco está cobrindo até 50% da redução em horas, ou seja, a empresa paga metade, e o governo cobre o resto e as pessoas só trabalham 50% também. Empregadores pequenos recebem algumas outras vantagens também.
O governo começou a cobrir pagamento de todos os dias de afastamento por doença e mudaram as regras sobre receber salário em caso de doença:
The 'karensdag' or initial day without paid sick-leave has been removed by the government and the length of time one can stay home with pay without a doctor's note has been raised from 7 to 21 days.
https://en.wikipedia.org/wiki/COVID-19_pandemic_in_Sweden#Finance_and_the_economy
Resultados: As pessoas seguem recomendação do governo? Sim. Por exemplo, na semana da pascoa, um dos maiores feriados na Suecia, as visitas para Gotland (um dos pontos de férias mais populares) caíram em mais de 90%. Åre (estação de ski) e o resto do país tiveram números similares.
As pessoas estão trabalhando de casa. Não consigo achar um valor recente para o país inteiro, mas essa fonte para Estocolmo está entre 70-80% dependendo do bairro (conforme classe social, como esperado). Eu pessoalmente só tenho um amigo que está indo pro trabalho fisicamente, mas ele é engenheiro em uma fábrica e está indo 2 vezes por semana. A Suécia é um país altamente digitalizado, tanto em acesso a internet e uso diario quanto ao tipo de industria. Isso facilita bastante. (de cabeça: Spotify, Ericsson, King, Paradox, Mojang, Klarna)
Houve também expansão da capacidade de UTI, no pico, por volta de 80% do sistema estava sendo usado. Mas o pico passou. Os melhores sites para ver o estado atual e histórico, na minha opinião são:
https://adamaltmejd.se/covid/
https://c19.se/en (clique na legenda para escolher o que quer ver e mudar escala - número de pessoas no hospital e em UTI/IVA tem caído faz duas semanas)
Teve problemas? Sim, teve muito problema nas casas de retiro:
He made the point that care homes in Sweden — like in the rest of the Nordic region — were for “the very old and the very sick”, as most elderly people live at home, and that there were known “quality problems” with care providers, often private companies.
“Unfortunately those quality problems have proven to make the elderly very vulnerable to infection,” Mr Tegnell said, adding that an investigation had begun.
https://www.ft.com/content/a2b4c18c-a5e8-4edc-8047-ade4a82a548d
Economia: Como eu comentei, isso simplesmente não é o ponto do governo sueco. Nunca foi. Na verdade, qualquer discussão agora é muito cedo, por razões óbvias. Vai ter artigo científico sendo escrito sobre cada país pelos próximos 10 anos. Mas a economia sueca é mais dependente de exportações de manufaturados que os vizinhos, por isso até mesmo esses pequenos pontos é dificil de comparar (de cabeça: Eletrolux, Volvo, Scania, IKEA, H&M). É simplesmente cedo demais. E quem está tomando a decisões não se importa com isso também. Ninguém espera salvar a economia nem coloca como objetivo.
“It is too early to say that we would do better than others. In the end, we think Sweden will end up more or less the same,” said Christina Nyman, a former deputy head of monetary policy at the Riksbank who is now chief economist at lender Handelsbanken.
One big reason is that Sweden is a small, open economy with a large manufacturing industry. Truckmaker Volvo Group and carmaker Volvo Cars were both forced to stop production for several weeks, not because of conditions in Sweden but due to lack of parts and difficulties in their supply chains elsewhere in Europe. Ms Nyman noted that despite being relatively little hit directly by the 2008 financial crisis Sweden’s economy still suffered more than many.
Ms Nyman said she believed that without the no-lockdown policy, Sweden would have been harder hit, as in 2008. “If we didn’t have these better circumstances, we would have done worse. Usually, we are more severely hit by a global recession,” she added. Economists at Swedish bank SEB estimate Sweden’s GDP will drop 6.5 per cent this year, about the same as the US and Germany, but a little better than Norway and ahead of 9-10 per cent falls in Finland and Denmark, all of which have had lockdowns.
But Mr Oxley stressed that Sweden was still dependent on demand and supply chains in other countries. “There’s only a limited amount of upside to being contrary when the rest of the world is doing the opposite,” he added.
https://www.ft.com/content/93105160-dcb4-4721-9e58-a7b262cd4b6e
TLDR: A estratégia da Suécia é diferente mas as intenções são bem diferentes do que as pessoas tem falado nesse sub. É sobre a economia (ou políticos)? NÃO. É a melhor estratégia? É cedo pra dizer. Eu recomendaria para o Brasil? NÃO. O Brasil: não tem capacidade nos hospitais, as cidades são imensamente mais densas, as pessoas moram com a família, gostam de contato físico e não gostam de seguir recomendação governamental.
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2020.02.25 15:55 St_Potatoes Carnaval e Politização

Bom dia, brasil. Queria conversar e entender a opinião da galera sobre o tema do Carnaval esse ano. Provavelmente eu tome vários downvotes aqui, porque é um assunto controverso, mas estou postando porque quero aprofundar um pouco meu entendimento sobre o assunto e compartilhar meu ponto de vista.

Por um lado, eu sempre fui um nerd recluso que gostava de coisas de nerd recluso. Sempre gostei de anime, quadrinhos e videojogos, preferindo passar o tempo trancado sozinho me dedicando a esses hobbies. Obviamente, nunca gostei de carnaval e futebol. Talvez eu tenha tido uma falsa impressão que boa parte da gurizada da internet refletisse esse tipo de comportamento, mas provavelmente por frequentar os lugares errados.

Indo ao ponto, eu sempre achei o carnaval uma merda, um amontoado de gente bêbada, fedorenta e inconveniente escutando música ruim, e o pior, tocando música ruim na casa ao lado enquanto eu só queria dormir. O carnaval nesse ano foi diferente, porque várias escolas de samba têm atacado a situação política no País e etc. O que eu acho ótimo, apesar de não participar. Mas ao mesmo tempo parece que tem grupos querendo transformar o carnaval na "festa dos oprimidos" contra os opressores.

Me refiro a um caso numa cidade aqui no estado, Joinville, noticiado pelos grupos anarquistas e tal como isso mesmo, como "os ricos reprimindo o direito dos pobres a terem autonomia sobre o proprio corpo e tirarem-no do domínio do trabalho dia após dia para poderem festar", se referindo a uma hora da madrugada em que a polícia foi numa festa de rua e dispersou a galera. Agora, eu não sou rico nem da classe dominante, não detenho poder sobre nenhum meio de produção, mas acharia uma merda se perto da uma, duas da madrugada, tivesse uma galera bêbada enchendo o saco. Como deve ter acontecido com a maioria dos moradores da cidade em questão, que é de gente que não tem lá essa tradição com carnaval. Laguna e Florianópolis são as duas cidades do estado em que têm festas há anos. Mas tem trocentas outras em que a maioria do povo não dá uma singela foda pro carnaval e quer mais é ficar em paz.

Dá pra criar um factoide em cima disso e falar que é um reflexo da opressão social, sim, mas dá igualmente pra argumentar a respeito do incômodo alheio. Quando você fica na sua casa dormindo, você não causa incômodo para os outros; quando você precisa ligar um carro som pra escutar música e dançar, você gera barulho que vai bem além da sua própria casa. Será que em datas festivas dá pra criar essa permissividade de "incomodar o próximo" em todo lugar?

Eu mencionei politização e "cultura nerd" porque com a polarização política, parece que está virando a norma dentro da cultura de internet atual a tomada de posições que defendam manifestações de cultura popular, só por serem cultura "dos oprimidos". Muita gente que achava futebol uma merda e nunca encostou numa bola agora defende, porque "cultura popular" (embora quase nunca assista um jogo). Nunca foi num baile funk mas gosta de escutar de vez em quando numa baladinha? De repente o funk vira um símbolo de resistência. E agora o carnaval: tanta gente que se incomodava com o barulho, a bebedeira sem sentido e a falta de noção dos foliões agora levanta a bandeira de "festa do povo". Mas sem entrar na defensiva por conta de política (é coisa de direitista bosta ser contra o carnaval, logo eu tenho que gostar), será que a data dá permissividade pra fazer o que quiser e incomodar quem quiser? De certa forma o policiamento cabe sim à parte da sociedade que não gosta de carnaval, se a população Joinvillense no caso citado saísse à rua pra defender os foliões, se ninguém se incomodasse e chamasse a polícia, talvez não tivesse havido repressão. Mas isso quer dizer que tem que se engolir uma coisa da qual não se gosta só porque um pessoal quer festar?
tl;dr é preciso apoiar o carnaval por convicções políticas, mesmo achando uma merda?
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2020.01.18 20:54 fe_reidaspika Ai papaie

Oi turma, luba, gentes em geral, essa é uma historia bem secundaria da minha vida mas pra mim ela é muito perfeita e precisa ser contada.
 Título: pai cadê você com seu carro? 
Bom, o dia foi todo normal se eu deixar de lado algumas vergonhas na escola e o fato de que minha amiga do meu lado literalmente gargalhou do meu crush quase na fente dele e sem nem disfarçar simplesmente pq ele é altinho(bem alto na vdd) e eu tentei fingir que nada estava acontecendo, mas gargalhadas a parte, eu "estudo" das 7:30 até as 15:40 e dai meu pai ja tinha me avisado de manhã que eu tinha que ir na dentista ao invés de ir pra casa, mas como eu matei a ultima aula pra chegar mais cedo ainda deu tempo de passar em casa e como eu vi que tava fechando o tempo eu peguei meu ex guarda-chuva ja que eu ia ir e voltar a pé, bom pra ir foi tudo normal e na hora de voltar a dentista tinha me dado um papelzinho com a data e a hora da proxima consulta, quando sai ja estava ventando forte e chuviscando, mas estava ventando forte mesmo de um jeito que dependendo de pra onde eu deixava meu guarda-chuva aberto, ou ele abria ao inverso sabe? Ou eu não conseguia andar por causa do vento, ent até 1/3 do caminho eu fui lutando contra o vento e meu guarda-chuva(e rindo muito da minha situação) problema é que a partir dai começou a chover e ja não dava mais pra ficar brincando com o guarda-chuva se não eu ia me molhar mesmo e dai praticamente na metade do caminho começou a chover muito muito muito forte, quando eu percebi independente de guarda-chuva ou não meu shorts ja tava encharcado e meu celular tava no bolso, dai eu fui tirar o celular pra não molhar mas o celular tava no mesmo bolso do papelzinho q a dentista deu, nessa que eu tirei o celular o papel vei junto mas nem deu tempo de eu pegar pq o vento foi mais rapido e o papel saiu voando numa velocidade de shuriken de naruto sabe? Nem vi pra onde ele foi e eu não ia ficar procurando tbm ent taquei o foda-se e continuei o caminho pra casa, mas dai ja tava td muito forte e o meu guarda-chuva simplesmente quebrou por causa do vento, eu tentei concertar ele na hora mas simplesmente não dava, ele quebrou todo, dai eu pensei na coisa mais inteligente q eu podia fazer naquela hora, eu sai correndo pra casa, mas eu não tava correndo normal, eu tava correndo gritando, com um celular na mão, um guarda-chuvanquebrado na outra e de chinelo, eu vi umas pessoas observando minha vergonha de alguns lugares que não pegava chuva e fiquei com muita vergonha, mas pelo menos eu cheguei em casa, encharcado mas cheguei.
Só isso mesmo, espero que tenha dado pra dar umas risadas. Como diz minha prof de historia "um beijo na boca de vocês"
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2019.09.16 23:41 SirMoD Leiam minha historia epica

É gigante, Então se preparem para ler.

estava na sala ia pegar uma depósito após a aula meu melhor amigo se aproxima vulgo chapoca, parceiro de longa data ele pede uma caneta emprestada então tive uma ótima idéia eu só emprestaria a caneta se ele me desse uma camisinha uma mão lava a outra ele me deu a camisola tudo certo, dps da aula transei igual um cavalo no cio e isso virou rotina sempre que alguém queria algo meu eu pedia uma camisinha em troca afinal eu tava transando mais que o seu pai com a amante chapoca também arrumou um esquema com uma gorda do segundo ano então passamos a trocar camisinhas em troca de favores alguns dos nossos amigos acharam isso engraçado pra caralho e começaram a fazer o mesmo só de zoas isso até me deixou puto pq pedi resposta da prova de biologia pro mano junin e ele me cobrou 3 camisinhas logo depois a sala notou nossos esquemas de troca e começaram a praticar também nossa sala virou assunto entre os professores e alunos não demorou muito a escola inteira passou a usar a camisinha como moeda de troca ainda mais por que fizeram um rank na lousa do pátio com a lista das pessoas que mais tinham preservativos e eu estava em primeiro geral começou a falar comigo por causa disso e eu ganhei fama a escola tinha criado um sistema de escambo fudido era comum ver alguém oferecendo lugar na fila da merenda em troca de camisinhas preservativo se tornou importante até para quem nunca transou tava tudo tranquilo eu era o imperador daquela dinastia mas tudo mudou quando meu mano foi dormir na minha casa quando fui para escola no outro dia notei que eu tinha descido para segundo no rank em primeiro lugar estava o chapoca exigi que fizessem uma nova contagem abri minha mochila e todas as minhas camisinhas haviam sumido aquele cu ambulante me roubou larápio do caralho tivemos uma discussão feia e eu parei de falar com ele decidi que iria recuperar o meu trono parei de transar com a depósito só para economizar camisinha roubei algumas do meu pai e decidi ir num posto de saúde pegar ao menos umas trinta e em todos que eu fui os preservativos estavam em falta descobri que outras escolas também aderiram ao mesmo sistema agora seria bem mais difícil me manter no topo da lista nãofodelek mas eu tinha um plano fodesimlek passei a noite analisando tudo colei várias folhas de sulfite e fotos na minha parede tipo aquelas cenas de CSI era o plano perfeito acordei antes de amanhecer abri a caixa de leite e joguei laxante voltei para o quarto, para ninguém desconfiar hehe meu pai acordou para trabalhar tomou o leite com café como sempre e correu para o banheiro aquilo manteria ele ocupado peguei a chave do carro dele no balcão eu nunca havia dirigido em ruas movimentadas antes e nem sozinho tava tremendo um pouquin dirigi até o local que eu colocaria o plano em prática fiquei na avenida, esperando pensa comigo era impossível pegar camisinhas nos postos de saúde e hospitais por que logo cedo um bando de arrombados estava de prontidão para recolher tudo mas e se eu pegasse tudo antes de ser entregue? hehehe música_do_deadpool.mp3 vi o caminhão do governo chegando coloquei uns cones na pista botei a minha máscara de homem aranha da candide o caminhoneiro freiou saquei a minha air soft aponto pra cara do tiozão "isso é uma cilada filho da puta, desce do caminhão!" o cara tinha mó cara de cortador de cana matogrossense começou a chorar falando que não tinha dinheiro fiquei com dó mas foda-se mandei ele encher dez sacos de preservativos e roubei o relógio dele kkkkkkkkkkkkkkkkkllllkklkl fiz ele meter o pé peguei os sacos e joguei no sedan o carro estava lotado de camisinhas cheguei em casa e descarreguei tudo mission complete + respect no dia seguinte cheguei na escola com três mochilas assim que eu entrei todos ficaram em silêncio e olharam para mim igual um bando de suricatos e enquanto eu passava eles abriam caminho a única coisa que dava para escutar na escola eram os meus passos enquanto eu andava lentamente subi em uma mesa do refeitório dei um grito que ecoou por todo canto "O REI TÁ DE VOLTA PORRA!!!!" abri uma das mochilas e joguei camisinhas para a multidão gritaram igual condenados alguns até se ajoelharam as pessoas foram na minha casa ver a quantidade absurda de preservativos haviam tantos que eu passei horas, contando na frente deles fiquei conhecido na escola consegui até subornar um professor para ganhar notas melhores acho que ele ficou com medo da guerra que eu poderia provocar eu voltei a ser o primeiro no rank não só da minha escola mas de todas as outras também agora eu governava os 7 reinos as coisas ficaram absurdamente fáceis para mim após isso cheguei na mina que eu sempre quis pegar e falei diretamente "ae vadia, o que eu ganho se eu te der 100 camisinhas?" ela me respondeu uma hora depois no banheiro da escola na verdade nem respondeu por que a boca estava ocupada KKKKKKKK peguei tanta mina e ganhei o respeito de tanto mano era impossível alguém me ultrapassar mas eu ainda não tava satisfeito sabia que meu reinado ainda tava ameaçado e eu precisava me vingar cheguei no valentão da escola conhecido como carambola ele era repetente, negro, gordo e gay o segurança perfeito ofereci vinte camisinhas por dia em troca de proteção ele aceitou grudei o chapoca na hora da saída enchi ele de soco enquanto o carambola segurava firme quando eu cansei saquei uma caneta do bolso "lembra da caneta que tu me emprestou seu verme de esterco?" escrevi com toda a minha força na testa dele "EU SOU LADRÃO E VACILÃO" ele gritou de dor e chorou ia demorar um tempo até aquilo sair fui para casa e deitei em cima dos meus sacos de "ouro roxo" parei para pensar no quão sádico eu me tornei em troca de poder me bateu uma crise existencial bati uma p esquecer os problemas e fui dormir uns dias se passaram as coisas estavam indo de mal a pior o governo parou de fornecer camisinha na minha cidade devido ao assalto e os problemas começaram as farmácias fecharam as portas não aguentavam mais os roubos a preservativos os hospitais viviam lotados pq o índice de DST's aumentou em 106% várias brigas familiares a maioria das minas grávidas o império multiplicou não só as escolas usavam a camisinha como dinheiro agora a cidade inteira também mas tudo estava um caos eu criei uma anarquia e isso me preocupava por que eu tinha camisinha de sobra e várias pessoas sabiam disso liguei para o carambola ele veio correndo p minha casa dobrei o pagamento dele pedi para ele me proteger dia e noite ele pensou na proposta e recusou se levantou e me olhou puto pediu todas as camisinhas que eu tinha eu neguei obviamente ele me deu uma mãozada no queixo e eu caí de costas no chão ele montou em cima de mim meu cu não passava nem radiação chorei igual uma puta enquanto ele tapava a minha boca e dava risada eu era ateu, mas rezei mentalmente de tanto medo que eu estava DE REPENTE O CHAPOCA ENTRA IGUAL UM TOURO LOUCO derruba o gordão e dá vários pisão na garganta dele sem dó ele estende a mão para mim me levanto e começo a chorar mais dou um abraço naquele puto pergunto choramingando "pq tu me salvou mano? dps de tudo que eu fiz pra tu seu bosta" ele se emociona e começa a chorar olha nos meus olhos e diz "por que eu sou teu amigo" me senti uma garotinha assistindo a culpa é das estrelas então ele disse que tinha um plano "tem um monte de gente querendo roubar tuas coisas e isso te põe em risco... "lembra daquele porão seguro pra caralho que tem na casa do meu vô?" o lugar seria perfeito para proteger a minha fonte de poder o chapoca continuou a falar "vamos, temos que ser rápidos a rua tá um desastre da porra e eu peguei a kombi do meu véio" corri para o meu quarto junto com ele colocamos quase tds os sacos no carro na hora de levar o último o meu pai apareceu no meio do corredor ele tava completamente parado, olhando pra nós e então começou a falar "me dá uma camisinha.. camisinha" chapoca se espanta e diz "puta que pariu teu pai foi infectado também!" a falta de preservativos deixou as pessoas dependentes e loucas meu pai avança com a fúria de dez mendigos famintos que acabaram de tomar um biotônico começa uma luta de 2x1 dou um chute no coroa chapoca vem em seguida mandando um furacão da folha meu pai reage com um socão na minha costela foi tão forte que eu vi estrelas e o ricardo milos dançando chapoca toma uma suspenda caiu igual merda eu vou me levantando devagar igual um protagonista de anime monster_player_tauz.mp3 meu pai fica surpreso em me ver de pé eu encaro ele com um sorriso no rosto vou correndo e dou uma voadora igual a do subzero do mk2 SUPER EFFECTIVE o golpe foi tão forte que ele caiu da escada rolando ficou imóvel e com os olhos tortos provavelmente quebrou o pescoço mas foda-se só as camisinhas importavam no momento colocamos o último saco no carro e várias pessoas vieram em nossa direção correndo "me dá uma camisinha!" um deles era o meu vizinho de 7 anos até as crianças... fiquei em shok "entra no carro logo viado grávido!!" disse o meu mano eu entrei rápidao e ele pisou no acelerador durante o caminho vi pessoas brigando por pacotes de camisinha carros pegando fogo fumaça e destruição helicópteros sobrevoando a cidade aidéticos invadindo casas pessoas chorando e um filme passou na minha cabeça tudo isso começou por que eu pedi uma camisinha em troca de uma fucking caneta e eu deixo aqui o meu aviso nunca, troquem camisinha por algo em hipótese alguma meu compadecido prometi a mim mesmo que não deixaria mais essa merda me corromper de novo no meio do caminho o chapoca diz "ae seu bunda mole, obrigado pelas camisinhas kkkkkkkkkkk" ele me empurra para fora do carro em movimento e me deixa no meio do caos dei um grito puto pra caralho inacreditável.... retiro a minha promessa anterior agora eu prometo que terei a minha vingança
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2017.10.19 10:44 Ssthm SAD do Belenenses recusa adiar jogo com o Tondela.

"A CD Tondela – Futebol, SDUQ, na sequência da terrível tragédia dos incêndios que assolou todas as freguesias do concelho de Tondela na madrugada da passada segunda-feira bem como dos dias subsequentes cuja qualidade do ar tem afectado de forma determinante os trabalhos da sua equipa profissional, solicitou à Liga Portugal e à Belenenses SAD o adiamento do jogo da 9ª jornada da Liga NOS entre as duas sociedades previsto para o próximo domingo, 22 de Outubro.
Entendemos também que toda a conjuntura de tragédia e drama social em que Tondela e o distrito de Viseu se viram mergulhados não preconiza que num quadro desta magnitude se realize um jogo de futebol, aquilo que todos devemos encarar como um espectáculo.
Perderam-se vidas, casas, fábricas, oficinas, lojas, carros, o concelho está pintado de negro, nas escolas é proibida a actividade física ao ar livre por falta de qualidade do ar (atestada em reunião com as partes por representante da Direcção Geral de Saúde), numa das zonas industriais do concelho ainda há fábricas de produtos tóxicos a arder, a Associação de Futebol de Viseu cancelou a maioria dos jogos dos seus campeonatos distritais, portanto não existem, no nosso entender, condições emocionais e morais para que aquilo que deveria ser uma festa se realize.
O nosso pedido encontrou da parte da Liga Portugal todo o acolhimento e sensibilidade, pelo que aquela entidade sempre se empenhou em dar resposta à nossa solicitação pois desde logo ficou compadecida com aquilo que todos vivemos naquela noite de segunda-feira.
Infelizmente, e apesar de todos os manifestos de solidariedade que as várias instituições do nosso futebol têm tido com o CD Tondela e com os tondelenses, a Belenenses SAD recusou liminarmente adiar o encontro para datas que se encontram livres no calendário das duas sociedades, impondo-nos uma única proposta no mínimo afrontosa de realizar o encontro 48 horas depois (terça-feira).
Perante esta desfeita e estarrecidos com a falta de bom senso dos responsáveis da Belenenses SAD, ainda se chegou a um princípio de acordo para que o jogo fosse realizado na segunda-feira seguinte, apenas 24 horas depois do horário original, mas dita a razão que tal não significa qualquer mudança face ao que se impunha e ao que nos parece razoável.
Como tal, somos obrigados a informar que o encontro manter-se-á no horário inicialmente agendado, sem qualquer alteração, ficando para memória futura a falta de solidariedade, de sensibilidade e de bom senso que os mais altos responsáveis da Belenenses SAD demonstraram.
A Gerência CD Tondela – Futebol, SDUQ"
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"Os Órgãos Sociais do Clube de Futebol “Os Belenenses” tomaram conhecimento com perplexidade, ao final desta tarde, de um comunicado da SDUQ do CD Tondela dando conta da indisponibilidade da Os Belenenses SAD para adiar o jogo da Liga NOS entre as duas equipas agendado para o próximo domingo.
Perante o que ali é relatado, e confirmando-se esta atitude por parte da Os Belenenses SAD, o Clube de Futebol “Os Belenenses” não pode deixar de condenar veementemente a tomada de posição da SAD, que reputa de inqualificável num momento em que o país se une em cadeia de solidariedade para com a tragédia que se abateu sobre grande parte do território, e desde logo sobre Tondela.
Não são estes, nem nunca foram, os valores e a identidade do Clube de Futebol “Os Belenenses” – um emblema praticamente centenário que não se revê neste tipo de comportamentos, postura humana e desportiva.
Os Órgãos Sociais do Clube de Futebol “Os Belenenses” querem manifestar neste momento toda a sua solidariedade para com o CD Tondela, seus adeptos, atletas e dirigentes, para com os bombeiros e demais instituições da região, colocando-se à disposição do CD Tondela para aquilo em que o Clube de Futebol “Os Belenenses” possa ser útil.
Belém, 18 de Outubro de 2017, Os Órgãos Sociais do Clube de Futebol “Os Belenenses”"
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2017.10.03 23:36 p3tr00v O complexo de vira lata

Eu estou em viagem; fiz reservas de alguns hotéis pelo Booking e reserva de carro Quando cheguei pra pegar o carro, não tinha o carro que eu havia alugado, me deram um equivalente (que na verdade é um pouco inferior em questão de espaço interno), depois de uns dias vi que o pneu estava praticamente careca, sem manual no porta luvas, sem tapetes, ok...
Estou passando pela segunda cidade, quando cheguei no hotel, mano... hotel não tem NADA HAVER com as fotos!! Nas fotos os quartos são bonitos, pessoalmente, o quarto fedia à esgoto com cigarro, no banheiro havia uma banheira com cerca de 1 metro de largura, havia poeira para todo lado, só um dos dois elevadores funcionavam, o suporte da TV era um vidro que estava quebrado e remendaram os cantos com fita (por norma internacional nao pode haver nada no quarto de hotel com que o hóspede possa se ferir). Só pode ter sido sarcasmo quando o cara disse "bem vindo", fui em outro hotel ver se achava um quarto disponível.
Aqui as pessoas fumam na sua cara! TODO MUNDO FUMA! Essas pessoas nunca ouviram falar em saúde? Desde adolescentes até os mais velhos! Pra todo lado tem tabacaria, farmácia vai ter que andar pra achar.
Em conversa com colega que mora aqui, ele disse que há muita propina pra policiais; muita pedofilia nas igrejas; pessoal extremamente bairrista. Nós fomos no "cartório" (aqui tem outro nome), e ele disse: "se a gente cair naquela mulher, ela é muito chata, vai pedir uma documentação nada haver. Se pararmos com aquela, é tranquila, faz o rito normal. Agora, se pararmos naquela, ahhh de boa, a filha dela estuda na mesma escola que a minha, a gente ri nas reuniões de pais, é de boa! Basta sua documentação estar em conforme e todas as datas e nomes estarem corretos" -- o que era o caso.
Tudo é pago, TUDO, até pra ir ao banheiro eles arrancam moeda do seu bolso! Carros param em cima da calçada, foda-se a lei!
Voce pode estar pensando "de que cidade do Brasil está falando?" , pois é, to falando da Itália! Um país "europeu", união européia... mas que na verdade, é um Brasil gelado que deu a sorte de estar inteiramente acima da linha do equador. Dá pra contar nos dedos de uma única mão quais países são realmente "qualidade européia": Alemanha, Inglaterra, Suíça, e mais um ou dois.
O Brasil está na merda, mas não somos os únicos, quando voce vai pra outros países vê que nem tudo são flores, e dependendo pra onde voce vai, os positivos e negativos saem elas por elas no fim das contas, como é o caso da Itália. Não caiam na besteira do "complexo de vira-lata" em achar que qualquer pais do norte é melhor que o Brasil. Temos muitas coisas pra corrigir, assim como outros países também tem. Estamos mil anos luz afrente em matéria de saúde, por exemplo.
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2016.07.18 14:45 999Luzeiro A praia está perdida

publicação original no Medium
Eu sempre subi àquele terraço em dia de festa. A arquitetura brutal, o piso grafite e a irremediável falta de uma paisagem que preste (comum à capital, aliás), jamais foram capazes de reduzir a alegria que sinto ao visitar minha única irmã. Percebo, desta vez, que o luto se expressa pelas varizes nas paredes que rodeiam a escada, no metal frio e azedo do corrimão e, finalmente, na sensação de pisar em um cinzeiro proporcionada pelas placas erodidas do piso. A feiura é oportunista, e no dia de hoje, saiu em carnaval.
Lá estava o meu cunhado, abaixo de uma das pontas do varal, investigando pelos espaços vazios do gradeado uma possibilidade de escorrer pelas paredes externas do prédio de nove andares. “Você comeu, Felipe?”, foi o meu único cumprimento possível, e “Hum, comi” foi a única resposta que lhe pareceu honesta. É claro que comeu — alguma vez na vida — mas duvido que tenha tido estômago para reiterar tão prazeroso e exigente hábito, hoje. Hoje não, pois o meu cunhado, marido da minha única irmã, perdeu o único filho. Meu único sobrinho e afilhado. Minha dor não é pequena, mas no topo do pódio da orfandade inversa, temos a minha irmã, coroada de espinhos e de cama há dois dias. Em seguida, Felipe Remador, estático no terraço em pleno inverno e com o estômago vazio. Talvez eu em esteja em terceiro lugar, junto com a namorada do Léo, não sei. O que sei é trago as notícias, como um relâmpago invisível que transformará os tímpanos do ouvinte em peito.
“Escuta, Felipe.” E descrevo como um apresentador de telejornal excessivamente soturno o desdobrar dos fatos do dia: encontraram o corpo preso ao recife, poucas escoriações, a causa mortis foi mesmo o afogamento, está tudo acertado para o enterro amanhã, no Parque da Colina. Falei com a mãe da namorada, ela não vai, está em choque. Aquele menino, Raul, ainda não voltou a Belo Horizonte. Me ligou do celular do Léo, estava com uma voz tenebrosa. Está tudo pago, não se preocupa. Eu estou muito bem empregado e não é hora de falar disso. E dou sequência, como ventania: “Preciso te contar uma coisa, Lipe, o Léo me ligou no dia anterior ao sumiço, e a conversa estava mais estranha do que de costume…”
“Eu comi, sim. Tem macarrão, se você quiser.” E me corta como se nos falássemos pela internet, com enorme atraso. E começa a me contar do filho: coisas que eu já sei, mas só me resta ouvir mais uma vez.
Leonardo Remador nasceu com o cordão umbilical em volta do pescoço, sem choro e nem desespero. Nasceu sorrindo. O obstetra achou que estava se contorcendo pelo sufoco, mas não: era um sorriso mesmo. “Esse é forte, corajoso” — daí ‘Leonardo’ — disse, para encher o pai de orgulho, enquanto a enfermeira entregava o Príncipe aos braços da mãe. Era um Príncipe, quase enforcado, porém um Príncipe, como são todos os recém-nascidos após a Proclamação da República. Não parava de se mexer e olhar ao redor, como se procurasse por mais um corda para se amarrar, e se apertar.
Começou a andar com oito meses (o que o pediatra considerou um recorde) mas o pai já reparava que muito antes o guri já ensaiava ficar de pé. Era uma brincadeira nervosa: apoiava-se nos joelhos e esticava as pernas trêmulas, e em dois segundos caía. “Toda criança faz isso”, diz o pediatra sem querer estregar o encantamento do recém-pai. “Não”, continua Felipe, “ele não cai e chora. Ele cai a dá a maior gargalhada. E se levanta e se joga de novo. E ri. Se já soubesse falar ia chamar isso de ‘brincadeira da gravidade’, sei lá”. E descreve a forma como o filho olha para baixo ao cair, como se quisesse testemunhar cada segundo do trajeto. “Às vezes o Léo tem um senso de humor maior do que o das outras crianças”, desconversa o jovem doutor, voltando os olhos adestrados ao monitor adestrador do computador.
Aos cinco anos chorava e dava escândalos quando o pai se negava a dar uma volta de motocicleta com ele pelo quarteirão. Quando o seu desejo era atendido aos finais de semana, voltava para casa dócil e calado, prestes a cair no sono e recompensar os pais com o silêncio que o casal tinha antes do Príncipe ter vindo ao mundo.
E ele foi ao mundo: no futebol, só jogava como goleiro pois nas outras posições não podia atirar-se pelos ares e havia menos risco de levar uma bolada na cara. Na natação, perdia as instruções do professor por se interessar mais pela apneia. Se deu melhor nas artes marciais, para o desespero de sua mãe que não suportava ter que aplicar curativos duas vezes por semana. Finalmente, na puberdade, a coragem e o senso de humor exagerado tornaram-se insuportáveis. Gostava de provocar o pai pelo simples prazer de escutar sua voz engrossar e ameaçá-lo. Sentava-se na janela para ouvir música e balançava-se para frente e para trás em um ângulo cada vez menos agudo, cantarolando sossegado até que a mãe o via do corredor e gritava de susto. Só se interessava pelas garotas que já tinham um namorado, e aos treze anos voltou para casa com um olho roxo e os lábios rasgados por roubar um beijo de uma garota mais velha que estava a dois metros do cara mais velho ainda que a namorava. Os pais concordavam que aquilo não era rebeldia pois sempre que aprontava alguma o adolescente passava os próximos dois ou três dias obediente e calmo. Ele tinha ideias que beiravam a burrice e após um longo ano de acidentes e notas baixas, foram atrás de especialistas, pois o primeiro médico que o tocou estava mesmo errado. Leonardo, segundo o psicólogo, era um bom rapaz, mas era melhor ir ver um psiquiatra. O psiquiatra — que por curiosidade saltava de para-quedas nos finais de semana — também não viu nada de errado no garoto, mas por via das dúvidas, recomendou um amigo neurologista. Após mapear o cérebro de Léo, confirmou a boa saúde mental do rapaz, mas seguiu uma pista em sua circulação sanguínea nos exames de rotina que o levava a crer que o nível de adrenalina era muito mais alto do que o normal. Com a ajuda de um endocrinologista constaram que a coragem de Leonardo era na verdade uma doença rara em suas glândulas renais que produziam uma quantidade excessiva daquele hormônio, viciando das íris aos pulmões, passando pelo coração e todos os músculos. O pai teve que vender a moto e um carro, mas pagaram o tratamento e aos dezesseis Léo já não andava mais com sua bicicleta sem freios pelo bairro. Apesar de não ser dos mais espertos ou um dos mais bonitos, tinha um talento único com as mulheres, já que a possibilidade de rejeição o atraia, coisa que não existia em homem algum. Aos dezenove, arrumou uma namorada sem namorado, Júlia, e achava o máximo quando a menstruação dela atrasava alguns dias, e é claro que não era nem um pouco favorável ao uso de preservativos. Dizia apenas que era uma pessoa simples e que gostava das diversões curtas pois a vida, em si, era mesmo curta. Raul, um dos seus amigos mais antigos, ria e dizia que o problema é que os momentos simples de Léo poderiam encurtar a vida mais ainda. Era grato ao parceiro, pois mesmo sem se interessar por um baseado, Léo era o único disposto a entrar com ele nas favelas para comprar aquele mato amassado.
Apreensivos, os pais viram o garoto tirar a carteira de motorista. Nenhum problema, a não ser as multas por excesso de velocidade que eram pagas pelo próprio rapaz, que se virava na papelaria do pai do Raul. As pessoas que conviviam com ele acabaram se acostumando e até mesmo os pais deixaram de se preocupar tanto e esqueceram que “o jeito dele” era um problema sério. Júlia, segundo um psicanalista freud- ou junguiano (precisamos diferenciar charlatões?), no fundo morria de tesão por caras irresponsáveis, Raul (nas palavras de uma pedagoga do Ensino Médio) também não era exemplo de comportamento e assim Leonardo tocou sua vida abusando da sorte.
Acontece que, mineiro que era, Léo poucas vezes foi ver o mar, e só o fez ao lado dos pais, que não gostavam muito de areia. Aos vinte e um foi ao litoral capixaba com Júlia, amigos dela e o tal do Raul. Uns dois ou três dias antes da data da volta para casa, Léo me ligou. Ouvi o pequeno trip journal que, não sei porque, decidiu me contar ao custo de todos os créditos do seu pré-pago. Começa bobo e vai escurecendo, como a apresentação de um palhaço trágico, e eu me arrependo de não ter anotado algumas partes, ou gravado a conversa toda.
Em janeiro, o sol derramava-se do alto e refletia na areia e no mar, queimando sua pele branca e agredindo seus olhos não muito escuros. Gostou daquilo, mas logo à frente estava algo que o seduzia muito mais, o próprio mar. Não entendia como tantas pessoas aguentavam ficar o dia inteiro sentadas em cadeiras de plástico bebendo e comendo ao redor dos quiosques sem nem se aproximar das ondas. Logo no primeiro dia, subiu com Raul em um morro baixo com os pés descalços e sentaram-se em rochas negras que um dia formaram um coral. Enquanto o amigo apertava um, viu uma mulher alta e bronzeada, de cabelos morenos e músculos bem definidos mergulhar nas águas e nadar por quatro minutos, sem parar, traçando uma linha quase reta. Ao distanciar-se da praia, as ondas tornaram-se maiores e algumas pessoas já acenavam para que ela voltasse. Desapareceu atrás das ondas por alguns segundos, e, depois, sorrindo, nadou de volta como se estivesse em uma piscina rasa. Gostou daquilo.
Nadou com Júlia um bom tempo pela tarde, sem se arriscar de mais. Toda vez que olhava para a linha do horizonte, se distraía a ponto de deixar de escutar o que a namorada falava. Lembrou-se de como aquela morena conseguiu ir tão longe com tanta calma. Gostou daquilo, mas gostou de mais. À noite, após uma bebedeira na casa dos pais de um dos amigos de Júlia, Léo teve sonhos agitados. Quando acordou, lembrou-se de três: primeiro, mordia o cano de uma arma de fogo que um homem encapuzado que apontava para sua cabeça, rindo da falta de coragem do assaltante em disparar. Em outra situação apontava para a namorada que trocava de roupa, mostrando para Raul. Por fim, sonhou que nadava no fundo de um lago e respirava normalmente embaixo d’água, sem precisar voltar à superfície.
Saiu sozinho para comprar pão e o que mais precisassem. Como em qualquer cidadezinha do litoral do Espírito Santo, encontraria uns cinco botecos para cada padaria ou mercearia — se a mercearia vender cerveja, não sei dizer como ficaria a conta, mas enfim, por uma questão estatística decidiu tomar uma antes de cumprir a sua missão de levar comida à namorada e aos amigos.
Ao final da primeira garrafa daquela cerveja fraca mas bravamente gelada, Léo olha em volta e percebe a presença da nadadora alta e morena. Não a tinha visto ali, sozinha na outra ponta do balcão, que era em éle e permitia tal ponto cego. A moça olhava para ele e achava graça da miserável atitude do menino de quase torcer a garrafa que já havia acabado. Ofereceu a sua, cheia, e lá vai Léo conversar fiado com uma mulher linda e aparentemente solteira ao invés de levar pão para a namorada. “Ela achou o meu sobrenome o máximo, tio. Disse que eu devia nadar muito bem, porque, ‘Remador’, né. Mas já devia estar bêbada. Achava graça de tudo. Meio doidinha, acho que não estava me dando mole, só tentando escapar de um cara lá que não parava de mexer com ela. Mas eu não vi o cara. Eu estava tranquilo também, cê sabe que eu gosto muito da Júlia. Mas então, cê lembra daquela menina que nadava comigo na equipe da escola? Você já deu carona pra ela. É a cara, tio. Eu pensei que fosse ela.” Tirei o celular do ouvido para ver o tempo da conversa no display. 52 minutos. E o menino não parava de falar. “Vai comprar o pão, ô sem vergonha.” E ele me obedeceu e desligou.
Olha, apesar dos quarenta e poucos, eu sou um homem bonito. Na verdade, eu sempre fui. E mesmo assim, uma morena dessas nunca me abordou em boteco copo sujo de praia. Só uns tios e uns hippies para me pedirem o isqueiro. E eu adoro morenas, Léo.
Léo.
O que aconteceu com você? O Raul me contou de uma briga com um rapazinho local — aliás, eu preciso achar o Raul — e agora as hipóteses florescem na minha imaginação, que não tem sono desde o contato da polícia.
Passaram os próximos dias longe da praia, fazendo trilhas e visitando os arraiais à procura de festa. Com Júlia sentada em seu colo (eu só via vocês nessa posição, encaixavam bem, até), estava em um boteco ao lado da praça da igreja de uma vila. Bebiam cerveja e viravam doses de cachaça da pior qualidade enquanto um forró soava indecifrável abafado pela voz de umas dezenas de pessoas que ocupavam as calçadas. Foi surpreendido por um grito de Raul que levantava a voz para um adolescente, prestes a agredi-lo. Pediu para Júlia levantar-se, a garota não atendeu imediatamente e quase foi derrubada no chão por um homem de sorriso estranho que até o minuto anterior era o namorado que com carinho passava as mãos quentes em suas pernas. A coragem imbecil que custou um carro e uma moto ao pai de Leonardo agarrava o adolescente pela nuca e bateu o rosto do rapaz com força em um banco de madeira e ferro da praça. Enquanto o sangue corria, alguém acertou uma cadeira nas costas de Léo, enquanto três ou quatro homens mais velhos corriam atrás dele, que escapava. Sumiu no mato, rasgou a perna esquerda nos galhos (uma das escoriações não era de coral, mas aparentemente de vegetação rasteira) e encontrou uma estrada de terra que seguiu por mais de uma hora caminhando devagar, sentindo seu corpo em chamas por conta do coração que parecia ter dobrado de tamanho.
Não sabia o motivo da briga de Raul e nem se importava. Também não se importava da grosseria com a namorada e nem com o fato de que provavelmente alguns homens o perseguiam em uma caminhonete, moto ou jipe com pedaços de pau ou uma pistola semi-automática embaixo do banco. Exausto, alcançou a praia. Sentou-se na areia e viu o sol nascer, vermelho como se estivesse se pondo. Realmente, o sol se punha para você, meu afilhado. Viu uma pessoa caminhar onde as ondas quebravam, chegou mais perto e reconheceu a mesma mulher de cabelos negros que viu no primeiro dia no litoral. A do bar (que… coisa é você, mulher? Shinigami?). Ela ignorou sua presença e mergulhou, nadando mais uma vez em ritmo forte e veloz, até desaparecer na espuma de uma grande onda que quebrou prematuramente. Mergulhou também. Seu corpo em chamas mal percebeu como a água estava gelada. Nadou em compasso olímpico esticando todos os seus músculos, estirando seus pulmões, sugando todo o ar salgado que havia em quilômetros cúbicos. Sem parar as braçadas, abriu os olhos e viu que a mulher nadava ao seu lado, fechou os olhos que ardiam com o sal e quando abriu de novo, ela já não estava mais lá. Quando finalmente parou, viu que ela voltava, derrotada e humilhada pelo novo recordista daquela praia.
Enquanto a água esfriava, olhou para o céu e ficou finalmente satisfeito de uma forma irracional, a única forma que sentia-se satisfeito na vida. Todo o seu corpo vibrava, o prazer era tão grande que balançava os pés sem cansar pra manter-se na superfície sem se cansar. Quando o corpo doeu pelo frio que fazia, decidiu voltar, mas quando olhou para a praia, ela estava distante e uma névoa baixa ia convertendo-a em um ponto invisível naquela imensa massa azul. O corpo esfriou, os pés pararam de se mover, os braços penderam-se ao lado do quadril. Quanto maior o músculo, mais forte a dor da cãibra, e as panturrilhas de Léo pareciam dois mamões. Afundou em silêncio, e sonhou de novo. Sonhou que nadava em um lago escuro e podia respirar embaixo d’água. Sonhou que estava na praia e nadava em direção ao horizonte. Quando quis voltar, a praia estava perdida.
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2014.12.17 16:56 crabcarl Combate à corrupção?

Não, não é mais um artigo sobre o Sócrates! Ou será que é? Porque é que não é? Para que é que estou a fazer estas perguntas? Bem..
As operações anti-corrupção em cargos públicos não são uma coisa nova. Tenho a certeza que até mesmo quem não se interessa por política consegue reconhecer uns quantos casos que envolveram figuras públicas poderosas como o caso Portucale (do governo de Santana Lopes, que já tinha um olho tanto no BES como nas SCUTS), o caso dos submarinos, o caso BPN, o caso Moderna, o caso freeport, o Face Oculta .. o caso Montebranco, os vistos gold..
O que não falta são casos e o que também não falta são off-shores dos arguidos desses mesmos casos nas quais ninguém toca a não serem eles e os amigos. Prova que estes casos, ainda que sejam cada vez mais eficazes, continuam a falhar. Apesar disto, acredito que mais eficácia virá.
"O que anda a causar este súbito aumento de caça à corrupção?" - pergunta muita gente a si própria.
Na minha opinião, a causa principal é o aumento de educação. Temos uma população que ainda é maioritariamente composta por malta nascida antes de '80, mas a maioria dos jovens nascidos depois dessa data e que já cresceram com a globalização (que curiosamente significa o oposto: a centralização) têm, graças ao estado social que subsidiava as famílias permitindo que os miúdos fossem para a escola em vez de ir para o campo, pelo menos o 12º ano. Isto leva a que as pessoas desenvolvam mais o sentido de responsabilidade civil em vez do egoísmo. Mas a educação de pouco serviria sem um outro fenómeno.
A tecnologia. Há 15/10 anos os únicos meios de informação que a maioria da população tinha eram jornais. Jornais que podiam sofrer bastante se alguma influência lhes quisesse meter um pé em cima. Hoje todos temos o privilégio da informação. Qualquer um pode ver contratos públicos (shoutout para o MáDespesaPública), qualquer um pode saber o orçamento do estado com 2 cliques, qualquer um pode aceder ao historial de dados estatísticos de interesse até mesmo com gráficos bonitinhos, .. A tecnologia trouxe-nos a transparência e a transparência deixa ver (aqueles que não estão vidrados no benfica-porto) a merda que deixamos que tome conta de nós. Isto serviu para os dois lados, dá para o contribuinte ficar (in)satisfeito ao ver onde gastam o dinheiro dele (ver, por exemplo, posts no madespesapulbica sobre as compras mensais de carros topo de gama do banco de portugal) e para o estado apanhar criminosos.
Temos portanto, uma população cada vez mais educada e informada. Estamos menos sujeitos ao reinar de umas quantas famílias que detêm tudo. Isto será um processo de evolução muito lento, vai demorar ainda imenso até que nos livremos de coisas supérfluas como os estádios de futebol cheios, as filas para os iPhones, as casas dos segredos a roubarem audiências a debates.. mas acredito que eventualmente vamos chegar lá.
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